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Dica: Visa Travel Money
Vejam bem, eu resolvi fazer um teste por indicação de um conhecido que trabalha com cartão de crédito. O cartão acabou de chegar. Ao invés de ir com papel moeda nas mãos ou deixar para gastar no cartão de crédito, que geralmente me dá dor de cabeça depois, resolvi utilizar um cartão de débito internacional: o Visa Travel Money, que é uma espécie de visa electron pré-pago bom para usar em viagem.
O Visa Travel Money pode ser carregado em Dólar, Euro ou Libra Esterlina. Depois que você carrega, as compras e saques passam a ser realizados na moeda do país de destino.
O saldo e o extrato podem ser visto na internet. E, se por um milagre, você voltar com dinheiro da viagem, vai poder guardar o cartão ou ter a sua devolução em reais.
Bom, como disse antes, é uma aposta no controle, na segurança, na racionalidade. Vamos ver na prática. Depois eu conto.
Paris-Amsterdam
Amsterdam é um lugar que dá uma vontade danada de voltar.

Então, pensem numa dica boa que vi no Conexão Paris: a partir de 13 de dezembro, será possível fazer viagem de trem de Paris para Amsterdam em um pouco mais de 3 horas (3h18), a viagem durava mais de 4h antes. Por isso, fui logo checar os preços no site www.voyages-sncf.com e tive uma notícia ainda melhor, em fevereiro, o trecho mais barato (2ª classe) tá mais ou menos 35 euros. Vale muito.
Street view
Para este post, não entrarei nas questões polêmicas de privacidade do recurso Street View do Google Maps, vou apenas falar que algumas coisas ainda costumam me surpreender de vez em quando (com certeza, meus sobrinhos não terão esse mesmo conflito na minha idade, todos já acham tudo normal).
Bom, estou lá no Google Maps procurando endereços: hotéis, pontos turísticos, lojinhas indicadas por um guia. Faço isso para saber algo mais sobre alguns locais, estações de metrô mais próximas. Então, tem um danado de um bonequinho amarelo na área de zoom, jogo o danado no mapa e ele me deixa passear pelas redondezas.
Para explicar melhor, o serviço lançado pela Google em 2007 trata de capturar imagens de ruas e avenidas de diversas cidades no mundo e cria uma maneira de visualizar os locais com a possibilidade de executar um tour em 360º. Sendo assim, você pode caminhar pelas ruas de Paris ou New York sem sair de casa.
Vai uma visitinha na Torre Eiffel?
O Street View ainda está chegando ao Brasil e terá as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte na estréia brasileira. Se isso é bom ou ruim, sinceramente eu não sei. Acho que sim, penso que não, costumo entrar em conflito com o assunto. O que você acha?
Sem dúvida, tem e terá suas utilizades por aqui, mas em relação a tudo mais que envolve isso, eu fico pensativa. De vez em quando, eu imagino: mas será o apocaplise?
Bon jour, je m’apelle…
Não falo francês. Atualmente, entendo algo. Mas eu gosto de idiomas. Eu tenho um inglês mais avançado pra viajar por ai sem receios, tenho um italiano desenrolado que não serve pra muita coisa (além de poder ler o cardápio do restaurante e pedir o prato com a pronúncia mais ou menos correta), mas o francês mesmo eu tenho uma trava. Mesmo assim, recentemente, fiz um semestre na Aliança Francesa, que serviu muito para abrir a cabeça para esse idioma tão refinado.
Algumas vezes, queremos aprender o básico para viajar. Geralmente, as prateleiras das livrarias estão repletas de livrinhos do tipo “Francês básico para viagem”, “Inglês para viajar em 5 dias”, etc e tal. Nesse post, vou sugerir um site de aprendizado de idiomas que, inacreditavelmente, meu pai me indicou. Eu me cadastrei há alguns meses. Achei interessante.
O site se chama Livemocha. É mais uma rede social, uma espécie a comunidade de aprendizado que oferece opções de aulas gratuitas e pagas, tudo vai depender do conteúdo que o aluno quer acessar.
Funciona assim, você não paga nada e pode escolher até 30 idiomas diferentes com 160 horas de aulas para cada um deles, com a possibilidade de receber dicas de nativos.
O curso free é mais focado em vocabulário e habilidades de conversação. Já o curso pago, que eu não tentei, promete melhores resultados no aprendizado, porque possui opções de downloads de áudio e vídeo, instrução adicional de gramática, revisões de exercícios por professores. Ou seja, um conteúdo mais denso.
Se você escolher mais de um idioma, vai notar que as imagens usadas nos exercícios são as mesmas, o método de ensino (grátis) também tem o mesmo formato. O site costuma acompanhar o seu acesso, mandar e-mails motivadores: seu progresso foi positivo, continue. O último que recebi, após um tempão sem acessar, era: “Você não quer mais aprender francês?” Oui, oui.
Bom, a dica é essa. Para quem vai viajar para algum lugar e quer ter a mínima noção do idioma nativo, Live Mocha, vale a pena dar uma olhada.
Naim no Bourbon – SP
Eu aqui pensando em ir no show de Yael Naim em Paris, ai fico sabendo que a danada vai se apresentar ainda este ano, em São Paulo, no Bourbon Street, no dia 10 de novembro. A dica foi de Circe Ferrario.
