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Portugal – 4 dias
Dia 04 – Porto
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Portugal – 4 dias
Dia 03 – Lisboa
No terceiro dia de Lisboa, depois de passar na frente de onde se encontram as varas judiciárias de Lisboa (só para me lembrar do TJPE… hehhee) Mil me levou para conhecer a Torre de Belém. Passeio delicioso, por um trenzinho moderninho, novo, que sai de Lisboa central, ali próximo ao pórtico da cidade. Achamos que desceríamos bem pertinho, mas acabamos saltando muito antes da Torre, antes mesmo do Monumento aos Descobridores. Saímos ganhando com a caminhada, boa, ainda que geladinha… Algumas fotos legais (sou craque em jogar a moeda para cima, e Milena, nas fotos). Depois, o pastel de Belém que (com permissão para repetir o que todos dizem) não há igual. Nem em Lisboa encontramos outro parecido (ou seja… fizemos o esforço de provar outros). Maravilha!
Portugal – 4 dias
Dia 02 – Sintra
No segundo dia de Portugal, acordamos relativamente tarde (perdemos o café do hotel…). Tomamos o metrô para o Rossio, onde pegaríamos o trem para Sintra. No percurso do metrô, perguntei a um homem sentado à minha frete onde poderíamos pegar o trem de Sintra, para confirmar. Ele não só nos indicou mas, como se destinava à mesma estação do Rossio, nos acompanhou até a entrada do Trem para Sintra. Mário seu nome, vindo de Guiné Bissau. Engraçado foi ele nos dizer que a mesmíssima cena já havia acontecido: um brasileiro pedindo, no metrô, informação para a ida à Sintra.
Bem, já no trem, Milena deu uma cochilada sustenta… Mas quando chegamos lá, a disposição acordou. Estava muito frio, com neblina a valer. Naturalmente mais frio que Lisboa, claro. Dai percebemos a preferência dos reis durante o verão. Pagamos um ônibus que nos levaria ao Parque da Pena, ida e volta. Lá, entramos no Castelo (o parque estava impraticável por causa do frio e da chuvinha insistente. O castelo é fantástico, e os aposentos da realeza são interessantíssimos. O do Rei, sombrio… o da Rainha, antecedido pela saleta das damas e, após, do Secretário da Rainha. Valeu nutíssimo a pena a visita ao Palácio da Pena…
Na volta para o centro de Sintra, perambulamos um pouco para esperar o horário da nossa reserva para o secular restaurante do secular Hotel Lawrence´s! Hotel mais antigo da Península ibérica, nele se hospedou o nosso amado Lord Byron, onde escreveu parte da Peregrinação de Childe Harold. Demais disso, também Eça de Queiroz utilizou como cenário em Os Maias, quando Carlos Eduardo da Maia convidou João da Ega para, em visita a Sintra, tentarem fazer acontecer o encontro com Maria Eduarda…
Bem, o hotel é maravilhoso. Confortável, com estilo impecável mas sem pompas. O jantar, perfeito. Sorvemos um Ferreirinha Colheita 98 . Milena comeu Magret du Canard, e eu carne de novilho, os dois impecávies. O serviço do lugar é perfeito, o preço não é astronômico. Vale a pena até hospedar-se.
Voltamos a Lisboa Sonhando…
Portugal – 4 dias
Dia 01 – Lisboa
Chegamos a Lisboa e nos hospedamos no Vip Executive Arts, que fica próximo a Estação Metrô Oriente. A localização não é exatamente no centro histórico da cidade, mas consideramos uma ótima pedida, pois além de estar perto do metrô e estação de trem, que lá é chamado de “comboio”, ficava ao lado do shopping Vasco da Gama, com farmácia, supermercado, etc. Sobre o hotel, não temos o que falar mal, foi massa: limpo e com execelente atendimento, além de uma cama maravilhosa. A diária foi 75 euros. Valeu a pena.
O clima de Lisboa na chegada estava chuvoso e muito frio. Saimos para o centro sem muito planejamento, fomos ao bairro do Chiado. Caminhamos na chuva e no frio pelas ruas do bairro e colocamos como meta não comer em um lugar turístico, mas é óbvio que não conseguimos, pois no frio, molhados e com fome, o desespero bateu e acabamos em um típico pega turista. Tudo bem. A refeição não foi nada demais, tomamos um vinho bom e voltamos para o hotel bem animadinhos com mais uma garrafa para apreciar.
Pipo: Como só estou escrevendo alguns dias depois do dia reportado, pode a memória falhar! Mas vamos lá. Depois de perambular nos arredores do hotel e no shopping Vasco da Gama, nele mesmo comemos comida portuguesa talvez não tão típica: comi um Hamburguer Gourmet à Eça de Queiroz (uma carne bonita com um bife do oião em cima, e batatas fritas), e Milena comeu um Bacalhau com natas… O meu estava ótimo, e o de Milena não agradou muito… Só demos um desconto porque se tratou de um fast food portugues, em plena praça de alimentação… Depois, tomamos o metrô e fomos bater no chiado, e finalmente bati os olhos no velho mundo: fantástico, lindo. A chuva, como Milena falava, atrapalhou um pouco. Nos refugiamos em duas igrejas que ficam ao pé do largo. Mas como a chuva nem era tão grossa, arriscamos a caminhada, e praticamente nos perdemos entre as vielas do Chiado… Por mim, estaria perdido até agora hehehe. Calhou que resolvemos pegar um bonde que nos levasse a algum centro reconhecido. Descemos junto ao Largo da Conceição, eu acho. Enrolamos um café expresso e comidinhas de café. Depois, fomos andamos até a Praça da Figueira, e nos refugiamos num restaurante para turista ver. Lá tomamos um vinho da Adega Coop. Borba, que já conhecemos do Brasil. A comida foi boa, correta, mas nem comemos tanto. Na volta, já perto de casa, compramos coisas no supermercado, inclusive mais um vinho, agora um Quinta do Cotto (que, calma, não era o Grande Escolha), que tomamos quase todo. Foi um ótimo primeiro dia!
Rua de Belém, nº 84 a 92
Em 2006, após uma agitada viagem de 22 dias (Copa do Mundo da Alemanha), deixei Berlim com destino a Lisboa, lá passei um dia apenas, antes de retornar para casa. Minha amiga Adriana Reis, grande companheira de viagem, também resignada com a derrota brasileira para os franceses, fez-me um favor absurdo. Já que era bastante familiarizada com a capital portuguesa, resolveu fazer um quick tour para me apresentar a cidade naquele resto de dia.
Pegamos um metrô e fomos ao Parque das Nações, entramos no Shopping Vasco da Gama, também andamos de bondinho, caminhamos um pouco por uma espécie de orla, vimos a Ponte Vasco da Gama, vistamos rapidamente a Torre de Belém. Já era um belo fim de tarde. Então, fizemos uma parada tipicamente estratégica para os turistas brasileiros (e de outros países também) na rua de Belém, nº 84 a 92.
Fomos lá comer os originais Pastéis de Belém. “Por favor, dois para mim e um expresso”. O lugar tem tradição, foi fundado em 1837, eles dizem que lá os pastéis de Belém são feitos segundo uma antiga “receita secreta”, exclusivamente conhecida pelos mestres pasteleiros que fabricam tudo artesanalmente. Dizem que a receita se mantém igual até aos dias de hoje. Eu provei os dois, três, gostei, são de fato uma delícia. Tão bons que eu resolvi levar umas duas caixinhas para minha mamma no Brasil.
Mas por que não trazer? Bom, foi só no desembarque que eu descobri duas coisas importantes: não declare que está trazendo comida no avião e os “homi” adoram os vôos os da Tap para o Recife, geralmente carregados de pastéis de Belém. Por sorte, eles estavam simpáticos e se sensibilizaram com a causa. Mas é sempre bom avisar, não pode trazer não.
Vacinas
Antes de viajar, é bom pesquisar se o lugar de destino exige algum tipo de vacina (e o Certificado Nacional de Vacinação). A de febre amarela, por exemplo, precisa ser tomada ao menos 10 dias antes da viagem. No caso da Europa, não lembro de nenhuma exigência para os brasileiros, mas quando fui da última vez, tinha uma campanha “Copa do Mundo de Futebol sem sarampo” em virtude da ocorrência de casos de sarampo no Japão, Itália, Alemanha, Venezuela e Colômbia. Havia panfletagem nos aeroportos para que os viajantes tomassem a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e eu tomei. De qualquer forma, quem quiser se informar, o site da Anvisa tem uma área dedicada ao assunto de Orientação ao Viajante.
Eu bem peguei na revista…
Mas deixei para comprar depois… Enquanto isso, ele comprava lá no Recife um exemplar da revista Viagem & Turismo com destaque para Portugal. A nossa passagem para Paris deu direito a um stop em Lisboa e duas noites de hotel free, decidimos ficar 4 dias em Portugal, já no começo da jornada. Aliás, para conhecimento, partimos só em 2010: 14 de fevereiro, em pleno domingo de Carnaval…























































































