Nous Deux

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Mostarda estragada? Ih…

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Data chegando! Don’t Panic!!!!

 Bem, essa semana acertamos o seguro médico, indispensável para entrar na Europa. Uma tentação contratar o seguro para esportes radicais, mas não está parecendo o perfil dessa viagem, está? Bem, trata-se do seguro www.isisbrasil.com.br, agenciado pelo STB aqui em Recife. Imprevistos são imprevistos, e vice-versa! Ainda mais elevando o risco turístico com uma volta de carro pelo pais… mais que necessário.

 

Bem, hoje ainda verão aqui a confirmação da hospedagem em Dijon/Borgonha e mais algumas cidades do trajeto que faremos de carro. Em Dijon, é um dilema, por exemplo, fechar um hotel no centro da cidade, contando com a estrutura de apoio, ou em um vilarejo da Borgonha, como Gevrey-Chambertin: vinho maravilhoso!

E também, dicas sobre o aluguel da voiture!!!! Hoje estará fechado também!

Escrito por marcospipo

26/01/2010 em 18:06

Publicado em Borgonha, Carro, Dijon, Viagem, Vinhos

Tour de France

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Tomando por empréstimo o título da famosa prova de ciclismo (www.letour.fr), quero compartilhar um dos projetos da viagem: dar uma quase-volta na pela francinha. Não de bike! De carro mesmo. Depois de alguns dias em Paris, tomar uma voiture e sair França a baixo…

Esboço do Trajeto

Eis o projeto pré-aprovado (perdõem a aliteração…): deixar Paris e seguir até Dijon, onde se pode gozar dos vinhos e da Borgonha. Descer, atravesar Lyon, ir a Avignon e chegar a Aix-en-Provence. De lá, seguir a oeste em direção a Toulouse, passando por Nimes e Montpellier. Seguir para Bordeaux (e tome-lhe vinho),  decidir que rota fazer no Vale du Loir e retornar a Paris. Cansou? Vejam um esboço aqui. 2000km de chão frio!

Não dá nesta entrada para detalhar cada possibilidade que cerca esses pontos principais. Lembram do mapão já mencionado? É uma tentação ver cada cidade e querer passar por elas. Faz do roteiro, portanto, uma coisa incerta, sujeita a modificações.

Mas me parece um bom projeto. Que acham vocês que lêem? Alguma sugestão ou aviso? Crio coragem para passar na ponte de Millau? Pertinho de Montpellier… Ideal para matuto se avexar e botar pra morrer lá de cima!

Ponte mais alta do mundo, em Millau

Escrito por marcospipo

30/11/2009 em 3:21

Publicado em Carro, Europa, França, Viagem, Vinhos

Anotações sobre o mapa da França

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AA Big Easy FranceComo primeira contribuição neste caderno de “préviagem”, resolvi anotar as primeiras ideias sobre o uso do mapa da França, na pretensão de percorrer alguns quilômetros de carro.

Pois bem.

A atração por mapa impresso é a primeira nota relevante. Há certamente variadas formas de consultar o território de todo o mundo, hoje. Google Maps e Google Earth são exemplos. Contudo a rapidez do acesso costuma importar na rapidez do esquecimento (e já estamos prestes a discutir a muita vez triste velocidade desta vida de hoje!). O mapa de papel (o livro, a revista, a capa de disco, o jornal) cumpre um papel diferenciado, de consulta mais demorada, atenciosa e – eu diria por efeito – mais construtiva, permanente. Talvez venha isso da formação – geração crescida com livros de geografia, cartolina, tinta guache, ao contrário dos trabalhos escolares encomendados ao estilo virtual. Resulta isso no prazer de por no colo ou esparramar na mesa um bom mapa, seguir estradas com os olhos e observar as tangentes possíveis. Indagar a diferenciação das cores, estimar sem exatidão distâncias etc.

É óbvio que os guias impressos já trazem mapas, geralmente moldados segundo as abordagens e os roteiros sugeridos; e de mapa em mapa acaba-se por construir um verdadeiro mosáico.

De impulso, mas de certo inconscientemente direcionado pelo gosto de ter o mapa de papel na mão, terminei por conseguir um belíssimo exemplar de um mapa da França. Exagerado, naturalmente. Trata-se do AA Big Easy Red France, um baita calhamaço encardenado com espiral. É belíssimo. Chega a ser uma referência para qualquer tipo de consulta, não apenas turística. São 250 páginas em papel A3, das quais cerca de 200 são da França, com estradas principais e acessórias. Utilidade extra para os desavisados pés pesados: há indicação de controle de velocidade nas rodovias. Há também mapinhas menores das centros das principais cidades.

Um dos prazeres particulares de mapa é demoradamente paquerar o trecho entre Dijon e Beaune. É um passeio certo, que tomará no mínimo dois dias de viagem, e em que tomaremos algumas… Olhando os arredores da rodovia, quer-se logo mergulhar de cima. Basta dizer que as pequeninas cidades têm por nome Gevrey-Chambertin, Chambolle-Mussigny, Vosne-Romanée, Nuit-St-Georges… Ou seja: a quietude onde moram os melhores vinhos da Borgonha, na Cote d’Or. Complicadíssimo isso, pois como ir de uma a outra na condução do carro…? Altíssimos índices de concentração de álcool no sangue.Bourgogne01

Em verdade, a proximidade das cidades permite uma programação confortável. Não parece ser necessário beber em todas, pois diz-se haver locais de degustação em cada uma delas, ou nas maiores, onde se pode ter toda a região nas taças. Neste exato momento, estou gastando mais tempo olhando o mapa do que me concentrando na redação deste post…

Escrito por marcospipo

29/10/2009 em 6:13

Dijon

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1177169_a1Para muitos, inclusive eu, ao ouvir a palavra Dijon, é fácil imediatamente lembrar da velha e boa mostarda. É  verdade, a especiaria também caiu no gosto dos brasileiros (eu que adoro “cachorro-quente” então), mas ao falar em Dijon, pensamos logo em uma mostarda mais nobre, com um toque francês.

Pois é, famosa mundialmente pela mostarda, Dijon abriga vários outros atrativos.  A cidade francesa fica localizada na região da Borgonha, a cerca de 310 km de Paris.

É, sem dúvida, um lugar que quero muito conhecer. Não só para apreciar a famosa mostarda mas também porque é a principal cidade de uma região que tem uma ótima reputação pela sua gastronomia e vinhos.

Aliás, eu preciso confessar aqui que tenho um bocado de preguiça de entender de vinhos, por isso, nem tento. Mas para apreciar as boas indicações, podem contar comigo, adoro. Enfim, tenho um grande feeling de que vou amar o lugar. De qualquer maneira, mesmo antes de chegar lá, volto a falar nele depois.

Escrito por milenavital

27/10/2009 em 2:01

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